terça-feira, 22 de novembro de 2011

vale a pena ver de novo web novela: vamp capitulo12





vale a pena ver de novo web novela: vamp
capitulo12



vamp


dracula ameassa emili de se casar com ele .. mais ela nao  que, e ele obriga ela ......o vampiro dracula diz:- se voce nao casar comigo ,eu  vou matar o seu amado breno.......e ela com medo ela aceita...........

vale a pena ver de novo web novela : a gata comeu captulo 7

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vale a pena ver de novo web novela : a gata comeu
captulo 7




a gata comeu

jhoni subrinho de jo, ele é um garoto rebelde  e trombadinha, ne um serto dia ele descide roubar o banco ....e ele rouba o banco  armado quando aparesce um secretario , jhoni vira com tudo ,se assusta e da 4 TIROS NO SECRETARIO , QUE MORRE  NA HORA, jhoni foge correndo rapidamente com sua moto, mais a policia chega a tempo e vai atras dele.....jhoni chega no apartamento de jo, desesperado diz:
-tia voce nao tem uma grana para me emplesta,eu presiso  ir embora da qui.......
 a policia chega no apartamento, jo leva o subrinho ate a escada, jhoni ve a policia e volta para tras, e a policia ve ele e corre atras dele, jo fica desesperada
mais a policia prende jhoni..........jo quer tirar seu subrinho da cadeia ,e para isso ela vai presisar da ajuda de um  adevogado, e na cidade a  um adevogado ,o seu inimigo fabio  o conhecido como o barby................

da qui a pouco tem web novela: gata comeu web novela: vamp

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Gianecchini revela que quer entrar no mar após transplante



Gianecchini revela que quer entrar no mar após transplante




O ator fala sobre a luta contra o câncer, comenta a morte recente do pai, revela que passou por um tratamento espiritual e agradece o apoio dos fãs.









O Fantástico traz o depoimento emocionante de um guerreiro: Reynaldo Gianecchini dá uma entrevista exclusiva a Patricia Poeta. O ator fala sobre a luta contra o linfoma, um tipo de câncer que ataca as defesas do organismo. Comenta a morte recente do pai, vítima de um câncer. Revela que passou por um tratamento espiritual. E agradece o apoio dos fãs, que há mais de 10 anos, acompanham a carreira desse galã que conquistou o Brasil.

Patrícia Poeta: Eu lembro que dias atrás, antes de eu vir gravar essa entrevista com você, eu mandei uma mensagem para você no telefone, perguntando como é que você estava e você respondeu dizendo que estava em um momento de muita luz e muito entendimento. O que você quis dizer com isso?

Reynaldo Gianecchini:
 Tem sido um processo de muito entendimento. Desde que eu recebi a notícia da minha doença e todos os acontecimentos depois. O fato de eu ter um pai também com essa doença, que já estava antes de eu saber da minha. Então, quando você se depara com a questão da morte tão próxima, você começa a analisar o que você tem de concreto, que é o presente. Viver intensamente aquele presente.

Reynaldo Gianecchini: Meu pai acabou falecendo e as pessoas ficavam muito assim: ‘nossa, que tragédia, quanta coisa ao mesmo tempo’. E eu tenho que te dizer que foi um momento lindo de descoberta assim da minha vida também. Eu tive uma despedida maravilhosa do meu pai. Teve um momento que ele ficou inconsciente, porque ele teve que tomar morfina. E aí todo mundo foi descansar e eu falei: ‘quero ficar com meu pai’. Senti muita vontade de falar com ele, que eu acredito que ele estava me ouvindo. Quando eu comecei a falar, nesse momento, as funções dele começaram a cair e ele foi. E eu vendo tudo aquilo, no monitorzinho dele as funções dele caindo, sabendo que era aquele momento que ele ia embora, eu comecei a cantar, comecei a beijar ele. Reafirmei todo meu amor, eu disse que eu ia cuidar da família. Pedi perdão, falei que eu o perdoava também pelas coisas que podiam ter sido e não foram.

Patricia Poeta: Foi uma despedida forte foi muito forte.

Reynaldo Gianecchini:
 Foi muito forte.

Patrícia Poeta: Já que é a primeira vez que você está falando sobre tudo, sobre esses últimos meses, vamos começar lá do começo. Você descobriu que estava com câncer em julho desse ano. Que sintomas que você teve que levaram você a procurar um médico e a fazer os exames?

Reynaldo Gianecchini:
 Os sintomas são todos poderiam ser de doenças banais. Eu comecei com alergia. Aí a garganta começou a ficar com alguns gangliozinhos, e eu sempre tive muito problema de garganta. Então, você acha que é uma bactéria. Eu fiz todos os exames de bactérias e vírus que podiam ser e nada batia, deu tudo negativo. Aí começou a suspeitar e falou ‘vamos fazer uma análise do gânglio’. Então, eu comecei o tratamento quase dois meses depois dessa suspeita. Eu tenho um câncer raro, é um linfoma muito raro. Então, foi mais difícil de diagnosticar.

Patricia Poeta: E como você reagiu quando recebeu essa confirmação de que, sim, você tinha câncer?

Reynaldo Gianecchini: 
É engraçado, é muito maluco. Você acha que não tem aquela doença. Falei para minha mãe: ‘mãe, não tenho isso não, não é possível’. Aí depois, quando é diagnosticado mesmo, quando vem o laudo certíssimo, eu falei: ‘beleza, vamos embora, vamos encarar’.

Na cirurgia para implantar um cateter para a quimioterapia, veio o susto: “Eu tive que parar na UTI, porque teve um derramamento de sangue. Depois foi superado. Eu tive que fazer uma operação para limpar tudo, antes de começar a quimioterapia. Eu comecei já bem debilitado. O começo foi bem tumultuado”, lembra o ator.

Essa primeira internação durou 26 dias. “Quero dizer que estou muito forte e que essa minha força vem em grande parte desse carinho todo, desse amor, dos amigos, das pessoas que têm me mandado emails. Eu tenho lido todos”, anunciou o ator à época.

Reynaldo Gianecchini: Essas pessoas todas que me escrevem, desde os meus amigos mais queridos até os menos conhecidos, até os totalmente desconhecidos que eu recebo, que mandam carta para o hospital ou descobrem meu email, essas pessoas me emocionam demais.

Patricia Poeta: Você imaginava que era tão querido assim pelos brasileiros?
Reynaldo Gianecchini: Honestamente não. Foi uma surpresa, e é essa parte me faz chorar, quando eu falo, mas de felicidade.

Patricia Poeta: No início das sessões, você raspou a cabeça. Raspou porque quis ou sua médica aconselhou?

Reynaldo Gianecchini:
 Por duas coisas, primeiro porque eu acho um pouco deprimente aquela coisa de cabelo ficar caindo, segundo, porque eu acho mais prático também. Eu tenho um cateter aqui acoplado que dificulta um pouco o banho. Então, não dá para você ficar tomando conta de uma cabeleira. Mas quando raspei, eu lembrei muito daquela cena que eu fiz. Eu fiz a novela com a Carolina Dieckmann, do Manoel Carlos, “Laços de família”, que a minha mulher, que era a Carol, raspava a cabeça, porque tinha leucemia. É muito maluco eu estar vivendo isso. No dia, a pessoa estava raspando a minha cabeça e eu só pensava nisso. Na ficção, eu estava chorando muito. E na minha vida real, eu me achei com cara de guerreiro. Um guerreiro mesmo.

Patricia Poeta: Sabe o que me chamou muito a atenção? Todas as vezes que nós nos falamos por telefone, você sempre tinha uma mensagem positiva e você sempre falava com a voz de uma pessoa muito feliz. Eu acho isso realmente impressionante. Foi assim desde o começo do tratamento?

Reynaldo Gianecchini: 
Desde o início.

Patrícia Poeta: Em nenhum momento, bateu uma tristeza, uma insegurança?

Reynaldo Gianecchini: 
Acho que teve. A gente tem todos esses momentinhos. Tem uma fase também que é meio barra pesada, mas, ao mesmo tempo, no próximo momento você começa a ver que está tudo tão bem. Aí é um momento que passa.

Patricia Poeta: É verdade que você buscou ajuda espiritual, além da medicina tradicional, nesses últimos meses?

Reynaldo Gianecchini: 
É verdade. Na verdade, o meu pai estava muito em contato com amigos espíritas, que fazem essas curas espirituais. Não é nem ‘não deu certo, porque ele morreu’. Eu não acho que não deu certo. Meu pai entrou em contato com a espiritualidade dele, com o divino dele, e isso foi muito legal. Existem tratamentos no Brasil que eles chamam de cirurgias espirituais. Quem acredita nisso, são espíritos que são médicos que vêm e dão uma ajuda aqui para a gente na matéria e fazem uma operação espiritual.

Patricia Poeta: E fizeram com você?

Reynaldo Gianecchini: 
E fizeram comigo.

Patricia Poeta: Nessa cirurgia espiritual, você sentiu algum efeito?

Reynaldo Gianecchini: 
Fisicamente, eu não senti nada. Eu sinto muita força de uma energia muito boa, de uma corrente boa de amor, isso eu sinto o tempo todo.

Foram mais de três meses de quimioterapia. Ao todo, seis sessões.

Patricia Poeta: Teve um momento das sessões de quimioterapia que a sua imunidade baixou, que você voltou para o hospital.

Reynaldo Gianecchini: 
Eu peguei uma bactéria que ninguém sabe direito, na verdade, porque é difícil detectar, no pulmão. Eu tive que ficar na UTI para ficar em observação. São os percalços do caminho que tem, pela natureza da quimioterapia.

Patrícia Poeta: Você já está preparado para isso, psicologicamente.

Reynaldo Gianecchini: 
Mas essa minha jornada no hospital foi particularmente interessante porque eu convivi com muita gente. Eu fico em uma área de transplantados, muita gente com leucemia ou com linfomas.

Patrícia Poeta: Um ajudando o outro, dando força para o outro...

Reynaldo Gianecchini: 
E cada vez que tem uma superação, tem uma festa em um dos quartos. E aí todo mundo se junta. Toda vez que a medula dá certo, pega, canta um parabéns com bolo e tudo. A pessoa está renascendo ali, e todo mundo aparece e faz parte daquela festa.

Patricia Poeta: Agora terminadas essas sessões de quimioterapia, você passa por um transplante. Como é que vai ser esse transplante?

Reynaldo Gianecchini: 
É um autotransplante.

O autotransplante de medula óssea é feito para recuperar o sistema imunológico depois da quimioterapia. Primeiro, os médicos fazem uma biópsia da medula do paciente. Se ela não tiver células cancerígenas, uma porção é retirada e congelada. Em uma segunda etapa, uma quimioterapia ainda mais intensa destrói de vez os tumores e todas as células de defesa do organismo. Os médicos então reimplantam a medula óssea retirada e o corpo volta a produzir células saudáveis.

Patricia Poeta: Quando isso vai acontecer?

Reynaldo Gianecchini: 
Em breve, em dezembro agora, mês que vem.

Patricia Poeta: Como é que você está se sentindo? Qual é sua expectativa para esse momento?

Reynaldo Gianecchini: 
Eu me sinto curado desde o primeiro dia. É engraçado. Eu não jogo essa possibilidade de perder, embora tudo possa acontecer na vida, mas eu acredito muito na força da vida.

Patricia Poeta: Vamos falar de futuro? Podemos falar de futuro?

Reynaldo Gianecchini: 
Podemos.

Patricia Poeta: Como é que você imagina que vai ser a sua vida nas próximas semanas?

Reynaldo Gianecchini: 
Eu não tenho feito planos de nada, na verdade. Eu vou para essa fase do transplante, delicada, porque você fica com a imunidade muito baixa, tem que ficar um pouquinho mais isolado. Depois do transplante, vou começar a pensar em trabalho.

Patricia Poeta: Quando você tiver vencido tudo isso, tiver passado pelo transplante, qual vai ser a primeira coisa que você vai querer fazer?

Reynaldo Gianecchini: 
Nossa! Eu não tinha pensado nisso. Me veio na mente entrar no mar. Eu tenho uma relação louca com o mar. Gosto muito e sinto falta.

Patricia Poeta: E onde você vai querer estar, no mar onde?

Reynaldo Gianecchini: 
Pode ser qualquer mar para mim. Estão valendo todos, mas provavelmente no Rio, que eu estou há muito tempo sem ir para o Rio.

Patricia Poeta: Quem sabe a gente também não vai fazer o registro desse momento.
Reynaldo Gianecchini: Quem sabe, indo para o mar.

Patricia Poeta: Gianecchini,obrigada pela sua entrevista, saiba que pelo país tem muita gente torcendo por você, pela sua recuperação, e nós do Fantástico, com certeza, estamos entre essas pessoas, pode ter certeza.

Reynaldo Gianecchini: 
Agradeço demais você e eu quero agradecer todo mundo. Eu não tenho palavras para descrever e nem para agradecer todo esse carinho, todo esse amor. Eu espero um dia poder retribuir tudo isso.

mulheres de areia , a morte de virgilho quem matou? vale a pena ver de novo


mulheres de areia ,  a morte de virgilho quem matou? vale a pena ver de novo








mulheres de areia vale a pena ver de novo ,o que vem por ai!!!..

mulheres de areia vale a pena ver de novo ,o que vem por ai!!!..    enquanto tonho da lua mente para todos que ruthi morreu  e raquel sobreviveu... sendo que foi raquel que sumiu e ruthi sobreviveu , ao acidente de barco....
    

isaura descobrindo  que raquel sumiu.... isaura passa  ajudar a filha escondendo ela .....isaura ira 
levar comida e o que  filha presisar , enquanto raquel se mantenha escondida, e todos pensando que a malvada raquel morreu


   


raquel nao esta morta , esta apenas escondida



Mãe é presa por suspeita de torturar e tentar matar filho com fogo em SP


Mãe é presa por suspeita de torturar e tentar matar filho com fogo em SP



Menino de 10 anos disse à polícia que desenhista jogou álcool e o queimou.
Caso ocorreu na madrugada desta terça na Zona Leste.



mãe fogo (Foto: Kleber Tomaz/G1)Mulher foi levada para penitenciária após prestar
depoimento em delegacia da Zona Leste (Foto:
Kleber Tomaz/G1)





A Polícia Civil indiciou e prendeu em flagrante uma desenhista de 35 anos suspeita de torturar e tentar matar o próprio filho, um estudante de 10 anos, durante a madrugada desta terça-feira (22) na Zona Leste da capital paulista. De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 24º Distrito Policial, em Ermelino Matarazzo, Sandra Gomes Bacelar, agrediu, jogou álcool líquido e acendeu um fósforo no menino, que teve 30% do corpo queimado. Ele sofreu ferimentos no rosto, tórax, barriga, braços e pernas. Segundo os policiais, o garoto corre risco de morrer. Ainda de acordo com a polícia, não cabe fiança em relação à prisão.
Este foi o segundo caso de violência doméstica registrado no 24º DP nesta semana. No fim de semana, um pai foi preso por suspeita de matar o próprio filho.

Na delegacia, Sandra negou os crimes e alegou inocência. Ela disse que o garoto ia fazer um trabalho de escola com álcool, mas quis chamar a atenção e se queimou sozinho. “Foi um acidente doméstico”, afirmou Sandra ao G1, enquanto era transferida algemada para a Penitenciária Feminina de Santana, na Zona Norte de São Paulo. Ela estava com o braço direito enfaixado por conta de uma queimadura. “Eu me machuquei ao tentar apagar o fogo nele”.
Segundo o delegado adjunto Renato Batista de Oliveira, a criança foi transferida de um hospital em Ermelino para outro que trata de queimados no Tatuapé, também na Zona Leste. “Os médicos disseram que o garoto corre risco de morrer porque o estado de saúde dele é grave. Existe risco de infecção por conta dos machucados”, disse Oliveira nesta tarde. O boletim informa que por conta dos machucados, ele teve ferimentos internos que comprometeram seu aparelho respiratório.
O motivo do crime ainda é investigado e dependerá do resultado de laudos técnicos do Instituto Médico-Legal (IML) e do Instituto de Criminalística (IC). Policiais que falaram com a mulher afirmaram que ela chegou à delegacia apresentando sinais de embriaguez. Apesar disso, nenhum exame de dosagem alcoólica foi feito nela para comprovar a suspeita.

O caso foi descoberto após uma vizinha da desenhista ligar para a Polícia Militar relatando uma briga na Vila Esperança. Chegando ao local, os PMs encontraram o padrasto do menino socorrendo a vítima, que estava queimada, em seu carro. “Salva meu filho, salva meu filho”, teria dito o comerciante, segundo relato dos policiais no boletim. “Eu estava dormindo e minha mulher jogou fogo no meu filho”. A reportagem do G1 não conseguiu localizar o padrasto para confirmar as declarações do boletim.
mãe fogo  (Foto: Hélio Torchi/AE)Desenhista nega que tenha jogado álcool em filho.
Segundo policiais, ela chegou ao DP com sinais
de embriaguez (Foto: Hélio Torchi/AE)
Como o homem aparentava sinais de que teria bebido álcool, um dos policiais dirigiu o veículo do padrasto com seu enteado até um hospital em Ermelino Matarazzo. Ainda de acordo com a PM, enquanto isso, outro policial entrou na residência e viu a mãe do garoto com a mão queimada ao lado da filha de 3 anos. A menina estava ilesa, mas a mulher estava em estado de choque falando que seu filho havia jogado álcool no próprio corpo e ateado fogo.
Posteriormente, a menina afirmou que a mãe havia queimado o irmão dela, segundo a PM. “Tia, a minha mãe pôs fogo no meu irmão, mas ele vai ficar bem”, informou a vizinha denunciante em seu depoimento à polícia. No hospital, o menino também confirmou a versão da irmã, segundo a ocorrência.
Diante disso, os policiais detiveram a mulher a levaram para um hospital, onde ela fez um curativo na mão, e seguiu para o 24º DP. Segundo o delegado, não cabe fiança para que ela responda ao crime em liberdade. “O que essa mulher fez é muito grave”, disse Oliveira. Ela não tinha passagens pela polícia.
"Minha filha tem 3 anos de idade, não sabe o que diz", rebateu Sandra dentro do carro da polícia.
O padrasto do menino ferido ficará com a guarda provisória da menina, já que ela é filha dele com a desenhista. O garoto queimado continuará no hospital e sua guarda deverá ser definida pela Vara da Infância e Juventude. O pai biológico dele morreu. Uma conselheira tutelar acompanhou a elaboração do boletim de ocorrência e irá encaminhar informações para um juiz e promotor.




Mulher leva facada na cabeça e vai a pé até hospital em Buritama, SP


Mulher leva facada na cabeça e vai a pé até hospital em Buritama, SP


Vítima foi operada nesta segunda-feira (21) e está internada na UTI.
Polícia não tem informações sobre suspeito de realizar ataque.



 Uma mulher de 32 anos foi atacada por um homem em Buritama, no interior de São Paulo, e recebeu uma facada na cabeça. Nesta segunda-feira (21), médicos da Santa Casa de Araçatuba, também no interior paulista, retiraram a lâmina que ficou presa no crânio dela.
A vítima ia para o trabalho quando foi atacada. O homem deu três facadas no corpo da vítima. No terceiro golpe, a lâmina quebrou fazendo com o que o criminoso fugisse. Apesar dos ferimentos, a mulher conseguiu caminhar alguns quarteirões até o hospital da cidade. De lá, ela foi transferida para Santa Casa de Araçatuba, onde foi operada.
Nesta terça-feira (22), a mulher permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva. A polícia não  tinha informações sobre o suspeito do ataque.

Cine aposta no auto-tune, mas se garante: 'quem não canta é o Kanye'


Cine aposta no auto-tune, mas se garante: 'quem não canta é o Kanye'



Banda paulistana lança o disco conceitual 'Boombox arcade', sobre games.
Vocalista DH diz que briga com Pe Lanza, do Restart, 'foi uma batalha épica'.

A banda paulistana Cine (Foto: Divulgação)A banda paulistana Cine (Foto: Divulgação)
















Diego Silveira é  vocalista do Cine, tem 24 anos e fala de sua banda como se ele fosse um empresário. Em entrevista ao G1, ele diz que já estudou o perfil das fãs e que o recém-lançado CD "Boombox arcade" não chega a ser uma ópera electro-rock, embora as intenções cheguem perto disso.
Em um disco conceitual com músicas que correspondem a fases de games, o grupo antes ligado ao rock colorido pesa a mão na house music e no auto-tune, recurso usado por rappers e divas para distorção da voz. DH, como o cantor é conhecido, critica artistas do hip hop que fazem uso de vocais "auto-tunados". "Lil Wayne e Kanye West não cantam nada. No show, usamos o gogó", garante.

Em papo por telefone, ele também comenta a eterna rivalidade com o Restart. "Eles eram nossos fãs, ajudamos o Restart no começo. As comparações abalaram os dois. A rivalidade foi natural, cada um queria se impor e mostrar que é diferente um do outro. Foi uma batalha épica", resume, com bom humor, citando a ex-namorada de Pe Lanza (a atriz Giovanna Lancellotti) como um dos motivos das brigas. Leia a entrevista:
Cara, acontece bastante entre os rappers. Eles colocam o efeito porque eles não cantam nada. Lil Wayne não canta nada, Kanye West não canta nada. No nosso show, vamos no gogó, não somos como esses gringos. É um recurso, achamos o efeito interessante. A galera fala que nos achamos moderninho, que é uma m... "
DH, vocalista do Cine
G1 - O disco é conceitual. Como surgiu a ideia de ter uma estrutura que lembra um game? Seria uma ópera electro-rock?
DH - [Risos] Não chega a tanto... É um  pouco menos. É mais uma brincadeira. Tentamos agregrar um conceito, algo que a gente não tinha feito até então. É uma brincadeira meio retrô. É um nome meio retrô. As faixas têm intros 8-bits, que dão uma cara para a música antes de ela começar. As canções com pensamento mais maduro ficam no final. A gente já tinha as faixas prontas e pensou no conceito no fim. A capa parece um cartaz de game e o assunto está na moda. Ficou do jeito que todo munto queria, tem um flerte com os anos 80 e 90 em algumas músicas.
G1 - Por causa dos efeitos, a voz do Buchecha está quase irreconhecível [na música 'Reset']. A sua voz também é bastante alterada. Por que essa opção?
DH - Quando a gente escreveu a música, por ser bastante eletrônica, ficou assim. As músicas pediam efeito na voz, são mais puxadas para o electro-house. O Buchecha também está entrando nessa onda no novo trabalho ele. Foi um interesse dos dois. O CD tem bula. Só assim para saber que é ele. A voz ficou muito diferente com o auto-tune.
G1 - Existe gente que diz que auto-tune e outros desses truques só são usados quando o vocalista não canta bem. Esse tipo de crítica chega até você?
DH - Cara, acontece bastante entre os rappers. Eles colocam o efeito porque eles não cantam nada. Lil Wayne não canta nada, Kanye West não canta nada. No nosso show, vamos no gogó mesmo, não somos como esses gringos. É um recurso, achamos o efeito interessante. A galera fala que nos achamos moderninho, que é uma m... Não achamos que é algo futurista. Dizem que queremos ser o Daft Punk. Foi isso que fez "Garota radical" bombar. Querendo ou não, não tem como fugir. Os fãs gostam, a gente também.
O quinteto Cine lança o disco 'Boombox Arcade', espécie de ópera electro-rock sobre games (Foto: Divulgação)Cine lança o disco 'Boombox Arcade', espécie de ópera electro-rock sobre games (Foto: Divulgação)
G1 - Como foi abrir para o Justin Bieber?
DH -
 Foi nossa segunda vez no Morumbi, após tocar com o Jonas Brothers. Ficamos bem nervosos. Tem um monte de fãzinha do Justin Bieber, você não pode soltar um "c..." ou um "f...". É uma "responsa". A partir da segunda música, ficamos mais tranquilos...
Já rolaram atritos entre eu e o Pedro Lanza. Partimos para o lado pessoal. Eles eram nossos fãs, ajudamos o Restart no começo. A rivalidade foi natural, cada um queria se impor e mostrar que é diferente um do outro. Foi uma batalha épica"
DH, vocalista do Cine
G1 - Para você, quem é o maior hitmaker do Brasil?
DH - 
O Chorão é um hitmaker sem sombra de dúvida. A galera do sertanejo lança hit atrás de hit. O Luan Santana tem as músicas do Sorocaba. A galera do NX Zero também tem hits. Lulu Santos, Buchecha. Mas, se for para eleger um, fico com o Chorão. A voz dele criou um padrão no Brasil. Todo mundo ouve e bota fé na hora. Ele faz músicas muito boas. O Latino é hitmaker, mas é mais do brega. Ele é muito engraçado, um figura.
G1- E como você define o som do Cine, seria electro com pop rock?
DH - Estamos entrando no pop. Se você coloca muito rótulo, o pessoal não entende. Para eles, só existem pop, rock, samba, axé e sertanejo. Nunca fomos roqueiros. Sempre falamos que temos um apelo do rock no palco, mas não entramos nessa vertente. Temos como referência Ke$ha, com músicas simples, métrica legal, gruda bastante; B.o.B. e Bruno Mars.
G1 - Nas comparações com o Restart, você costuma dizer que o Cine dialoga com um público mais velho do que o deles. Continua pensando assim?
DH -
 Acho que sim. Já conversamos bastante e estudamos nossos fãs. O perfil é de 14 a 20 e poucos anos. Os fãs do Restart são um combo: pais com filhos de sete, menininhas de doze. São uma molecadinha. Acabamos não tendo esse tipo de fã. Tentamos trazer o lance mais eletrônico, falando mais sobre curtição. Agora de um jeito mais maduro.
G1 - Você ainda vê uma rivalidade entre Restart e Cine? Seria como o Blur x Oasis do rock colorido brasileiro?
DH - Já rolaram atritos entre eu e o Pedro Lanza. Partimos para o lado pessoal após uma comparação em massa sobre as bandas. O que aconteceu foram os dois fazendo sucesso ao mesmo tempo. Eles eram nossos fãs, ajudamos o Restart no começo. As comparações abalaram os dois. A rivalidade foi natural, cada um queria se impor e mostrar que é diferente um do outro. As duas bandas faziam sons parecidos. Eles eram extravagantes no vestuário, a gente só tinha alguns elementos. Da minha parte, rolaram atritos bem chatos. Apareceu na mídia o lance da Giovana [Lancellotti, atriz], que é ex-namorada dele. Nunca partiu para extremo nenhum. Eu converso com o Pedro Lucas. Foi uma batalha épica.
G1 - O Pe Lanza recentemente pegou a Ellen Jabour [modelo, durante o festival SWU]. Quem você vai ter que pegar agora para dar o troco?
DH - [Risos] Eu já passei dessa fase. Estou namorando sério há um ano. Planejo ter filho. Sempre foi minha meta ter cachorro, ficar velhinho, morrer com uma mulher do lado. Ele tem que aproveitar a fama, mas tomar cuidado.